Publicado por Catarina Reis em Novembro 11, 2007
Na sexta-feira, 9 de Novembro de 2007, vimos o documentário “Mundo Fascinante” do Discovery Channel:

Publicado em Novembro 11, 2007 às 9:58 pm e está arquivado em Geologia, Vídeos.
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Rita Gabriel disse
Sexta-feira, 9 de Novembro de 2007, foi nos dada a oportunidade de ver o documentário “Mundo Fascinante – o passado catastrófico”, para aprofundar e consolidar a matéria explanada nas últimas aulas.
Neste documentário podemos observar os processos ocorridos na Terra, desde a sua formação até à actualidade. A Terra e os restantes planetas do sistema solar ter-se-ão formado há cerca de 4600 milhões de anos, a partir da acreção de materiais da nébula solar por acção da força gravítica seguida de um processo de diferenciação.
Na sua formação a Terra foi bombardeada por corpos celestes – chuva cósmica. Após algum tempo, começou a arrefecer, nesta altura a sua atmosfera era densa e com pressões cem vezes superiores às actuais, havia vapor de água, mas não era suficiente para dar origem aos oceanos ou rios e não havia oxigénio. Pensa-se que a água terá vindo dum cometa gelado. Quando a atmosfera ficou saturada, começou a chover, dando origem assim aos primeiros oceanos (supõe-se que foi nesta altura que nasceu a vida).
Nesta época existiam bactérias termófilas, que aguentavam grandes temperaturas e pressões.
O oxigénio foi formado a partir de seres primordiais que realizavam a fotossíntese – estomatólitos (fósseis mais antigos à face da Terra, com aspecto semelhante a pequenos cogumelos).
A Pangeia era o único continente que existia e estava rodeado por único oceano, Pantalassa.
Há 180 M.a., a Pangeia dividiu-se em duas grandes massas continentais, a Gondwana e Laurásia.
Entretanto, deu-se a separação entre a América do Sul e a África (há mais ou menos 65 M.a.), devido à formação do Atlântico Sul. O Atlântico Norte continuou a sua expansão iniciada há cerca de 135 M.a. e, portanto, prossegue a separação entre a América do Norte e a Eurásia.
Podemos afirmar que os actuais continentes já estiveram todos unidos formando um supercontinente, através de provas litológicas, morfológicas, paleontológicas (através da complementaridade dos contornos dos continentes americano e africano) e paleocimáticas.
Devido a um fenómeno catastrofista, deu-se a extinção em massa dos seres vivos (cerca de 75% desapareceram).
Supõe-se que a queda de um meteorito na Terra, mais precisamente no México, tenha causado o maior de todos os incêndios naturais e que teria levantado uma nuvem de poeira muito intensa que fez com que a luz solar não fosse capaz de atravessar a atmosfera e chegar ao solo. Sem luz solar, a fotossíntese parou, sem a realização da fotossíntese muitas cadeias alimentares foram quebradas pela sua base. Ao fim de muitos anos quando a poeira assentou, formou-se uma camada de argila. Nesta camada encontrou-se um teor elevado de irídio, que é uma substância de origem extraterrestre (daí a hipótese do impacto meteorítico) ou com origem nas profundezas da Terra (grande actividade vulcânica).
No instante em que o meteorito chocou com a Terra, o impacto foi tal, que a onda de choque provocou uma intensa actividade vulcânica do lado oposto do globo terrestre, na Índia (empilhamento de lavas na região do Decão).
A teoria do impacto meteorítico é corrobada pela ciclicidade nas extinções (cerca de 26 M.a.).O sistema solar, quando passa pela zona mais densa da nossa galáxia – Via láctea, está mais sujeito a impactos de corpos celestes.
Há ainda cientistas que atribuem esta crise a um importante recuo das águas marinhas.
Na segunda parte do documentário observamos cientistas a identificar zonas de profundidade da Terra, inatingíveis pelo Homem, através de ondas sísmicas.
Vimos também que a Islândia (situa-se no limite divergente entre a placa Norte-America e Euro-asiática) é considerada o laboratório por excelência.
Na Terra, a mobilidade da litosfera determina que grande parte da sua superfície, em especial a correspondente aos fundos oceânicos apresenta uma idade inferior a 200 m.a.. Esta mobilidade determina ainda uma grande actividade sísmica e vulcânica.
Concluímos que o conhecimento do relevo submarino, do interior da Terra e a datação das rochas (quanto mais próximo estiver a rocha do rift, mais recente ela é), contribuíram para a aceitação do movimento do fundo oceânico.
Em síntese, a Terra é um planeta claramente activo do ponto de vista geológico, característica que o distingue dos restantes planetas. Tem como fontes de energia endógena a radioactividade, a contração gravitacional e o bombardeamento primitivo e como fontes de energia exógena, o Sol e o impactismo.
GILMARA disse
esse filme é o mesmo q terra;um planeta fascinante?
por favor me tire essa duvida preciso fazer um resumo desse filme urgtente!!!
alberto felippi disse
Existe algum site que comercialize esse documentário?
Há tempos que procuro algo semelhante e não consigo
encontrar. Aguado um retorno.
Catarina Reis disse
tente em
http://www.dvdpt.com/d/discovery_mundo_fascinante.php
mateus disse
amigos baixem aki
http://johnnyrevolution.blogspot.com/2009/06/download-como-nasceu-nosso-planeta.html