Biologia e Geologia (ano 1)

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Aqui está a nossa visita de amanhã!

Publicado por Catarina Reis em Dezembro 13, 2007

Ponto de encontro: 9h30m em frente à escola!

Comece por subir no Elevador de Santa Justa (1), alcançando as ruínas do Convento do Carmo (2), destruído pelo sismo de 1755 e único exemplar de arquitectura gótica que remanesce em Lisboa. Suba a Rua da Trindade e aprecie a fachada do Teatro da Trindade (3) e, mais abaixo, entre na Igreja do Loreto (4) e na da Encarnação (5). 

Pela Rua Garrett chega à Igreja dos Mártires (6) e depois passa pelo Teatro de São Carlos (7), que é a ópera lisboeta, e pelo Museu do Chiado (8), na Rua Serpa  Pinto. Descendo a sinuosa calçada do Ferragial atinge a seiscentista Igreja do  Corpo Santo (9) e, virando à esquerda pela Rua do Arsenal, a Praça do Município (10), onde se situam os Paços do Concelho, construídos em 1774, e muito alterados  até à versão actual, consolidada em finais do século XIX. Em direcção a nascente situa-se a Praça do Comércio (11), porta de visita da cidade e sede de vários  ministérios.  

Continue por SE pelo lado das estações fluviais (12), onde pode iniciar  um interessante Cruzeiro no Tejo, e entre no Campo das Cebolas, onde está a peculiar Casa dos Bicos (13). Prossiga para poente pela Rua da Alfândega, onde encontra a Igreja de Nossa Senhora da Conceição (14) de fachada manuelina.  

Beba uma ‘bica’ ou almoce no bicentenário Café Martinho d’Arcada, local frequentado pelo poeta Fernando Pessoa, e passe por baixo do neo-clássico Arco da Vitória (15),  onde se inicia a Rua Augusta (16), reservada a peões. Aprecie ali o comércio das grandes ‘griffes’ até chegar à Praça D. Pedro IV, a que os lisboetas chamam Rossio.  

Vire à direita até à Igreja de S. Domingos (17), datada de 1241 e hoje com uma fachada do século XVIII. Depois, seguindo pela Travessa Nova, encontra o Teatro Nacional D. Maria II (18), com a sua fachada neo-clássica, de 1842, um edifício de raiz medieval,  para utilização diplomática e depois sede da Inquisição até ao século XVIII. Pela Rua das Portas de Santo Antão chega ao Palácio da Independência (19) e à Praça dos Restauradores (20). Do lado oposto desta praça está o Palácio Foz (21), a neo-manuelina Estação ferroviária do Rossio e o Elevador da Glória (22), que dá  acesso ao Bairro Alto, com a sua vida boémia e nocturna. 

Em alternativa ao elevador, passe de novo pelo Rossio (23) e suba as ruas do Carmo e Garrett, que constituem o Chiado (24), bairro ardido em 1988 e entretanto reconstruído sob orientação do consagrado arquitecto Siza Vieira, que assina este brilhante projecto. 

Ver mapa do percurso (14 de Dez de 2007)

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